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13 março, 2020

[Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 6



Photo by nappy from Pexels



CHEGA DE Felicidade


  • "Se eu reconhecer minha insignificância, se me desfizer de toda minha autoestima e reduzir a mim mesmo ao pó que realmente sou, então a graça virá a mim e sua luz entrará no meu coração; assim, o último vestígio de autoestima será tragado pela profundidade de minha própria insignificância e perecerá para sempre."(Thomas de Kempis)

  • somos pressionados pela indústria da felicidade para nos reinventarmos enquanto pessoas - um esforço que envolve correr atrás de outros superlativo, além da carreira fantástica, dos pertences perfeitos, da casa ideal, do parceiro impecável, das férias-troféu e de todas as outras derradeiras melhores opções em termos de estilo de vida. E se todas essas coisas não nos fizerem sentir melhor, então "aprender como se sentir melhor" seguramente resolverá o caso.


  • "Trabalhei na autorrealização. Recitei afirmações, visualizei a abundância, alinhei-me com meus guias espirituais, comuniquei-me com meus poderes animais, meditei, entoei cantos e dancei na luz. E, depois de fazer tudo isto, não sou mais rico, mais atraente, mais saudável ou mais confiante do que eu era antes. Não conquistei a paz interior nem a felicidade verdadeira. Continuo sendo tão neurótico quanto sempre fui." (David Granirer)



  • "E Se desistíssemos todos, coletivamente, de sermos diferentes do que somos, apenas por 24 horas? (...) se o autoaperfeiçoamento funcionasse, a esta altura já estaríamos todos autolevitando, e seriamos poliglotas e bilionários macérrimos. E porque sabemos, bem lá no fundo, que já temos tudo de que precisamos agora, exatamente do jeito que somos, e que aceitar a nós mesmos um momento após o outro e sempre é a maneira mais rápida, mais barata e a única possível de ser verdadeiramente feliz um dia" (Jennifer Louden)


  • Nos vemos confrontados diariamente com imagens das mulheres mais bonitas e dos homens mais ricos do mundo, que fazem nosso cérebro da idade da pedra se sentir pateticamente inadequado ao comparar-se com ele, particularmente quando a mídia fanaticamente competitiva faz com que o status elevado dessa gente pareça ser ainda mais elevado. Nessas imagens, não há avisos alertando nossa saúde que "estas pessoas têm sido infladas ao infinito, levam vidas ocas se pavoneando diante de falanges de paparazzi e só desejam publicidade porque suas almas estão corroídas por uma insegurança hiperneurótica: não tente seguir seus exemplo". 
  • Em vez disso, somos informados repetidas vezes que , se nos esforçássemos, se nos aperfeiçoássemos, poderíamos ficar no mesmo nível que esses míticos super-Joneses. Nesta cultura mais eu feliz, está ficando cada vez mais difícil e se sentir simplesmente adequado.

  • O próximo passo na evolução social de nossa espécie é aceitar o paradoxo da felicidade, cultivar nossa apreciação pelas satisfações de que dispomos em vez de exaurir tudo na busca do inatingível que tudo consume. A felicidade duradoura não é o destino. É a busca. E seria muito mais fácil para todos se parássemos de nos esforçar tanto nesse sentido.


12 março, 2020

[Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 5



Photo by Andrea Piacquadio from Pexels




CHEGA DE Opções



  • Porque pensamos que novas opções ainda nos oferecem alguma novidade? Talvez porque ofereçam outra oportunidade de compensação existencial, para evitarmos encarar o fato de que nossas escolhas reais são muito mais limitadas nesta cultura do que gostaríamos de imaginar. (...) Embora passemos uma eternidade em lojas nos agoniando em relação a diferentes marcas, sabemos subliminarmente que essas opções não farão lá muita diferença.
  • A promessa consumista de "sempre há uma melhor opção" encoraja-nos a acreditar que, independentemente do que somos, ou fazemos, ou possuímos, algo muito mais maravilhoso está prestes a aparecer. Fazer uma escolha e comprometer-se com ela suscita o terror mortal de que você fechou a porta para as próximas opções - que realmente satisfarão suas necessidade mais profundas.
  • "Organizar sua vida para que seja uma vida de simplicidade é muito complexo (...) "Para decidir simplificar radicalmente e ter menos, você tem que ter tido muito no passado" (Deirdre Shaw sobre o Simplicidade Voluntária (1981)/Duane Elgin)
  • Cara ou coroa
  • quando escolher entre duas opções jogue cara ou coroa. Se você se sentir deprimido ou pensar imediatamente com seus botões "OK, a melhor de três", então você certamente deveria escolher a outra opção: terá descoberto sua preferência secreta
  • Priorize lojas pequenas par ter menos opções
  • Faça o teste dos seis meses
  • Pergunte-se: dentro de seis meses, esta escolha ainda terá importância para mim? Caso responda negativamente, não faz muito sentido ficar agoniado com a decisão a ser tomada.
  • Tome cuidado com a armadilha da escolha ética
  • varejistas querem que você confunda verdadeiras opções éticas com opções de prateleiras de loja
  • Compreenda a futilidade
  • "A vida é o que acontece enquanto você está fazendo outros planos." (John Lennon). Então por que ficar ansioso ao escolher entre duas opções se sua escolha provavelmente não fará muita diferença?
  • Deixe seu ego de fora
  • desassocie seu ego de suas escolhas de compras, pois fazer compras lhe dá uma sensação de escolha e poder que frequentemente está ausente do resto da sua vida.
  • A opção não opcional
  • tudo que escolhemos deve ser feito para durar, consertável e algo além da excentricidade da moda manufaturada.
  • Contente-se
  • talvez esteja na hora de decidir que a vida de agora, é tão boa quanto pode ser e vale a pena apreciá-la calorosamente. E, talvez (apenas talvez), uma camiseta possa ser uma camiseta, e nada melhor que uma camiseta.
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07 março, 2020

[Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 4

Photo by Andrea Piacquadio from Pexels


CHEGA DE Trabalho


  • As pessoas que passam 41 horas ou mais por semana no escritório têm significativamente mais chances de ter pressão alta que aquelas que trabalham menos.
  • Nossa cultura de longas jornadas cria sempre mais trabalho, parcialmente para nos ajudar a evitar as coisas realmente problemáticas da existência moderna. exatamente como a aquisição sem sentido e infindável de mais cosas, é uma forma de escapismo, de compensação existencial. Confrontados com a alarmante perspectiva do ócio - de quantidades, sem precedentes no tempo, espaço e oportunidades para crescer enquanto pessoas, além de enfrentar as grandes questões sobre o significado e o propósito de nossas vidas - , de repente lembramos que, uau, ainda tempos toneladas de coisas para fazer lá no escritório. Afogamos as grandes questões para sair atrás do bloco da ambição infinita.
  • você encontrará o segredo do contentamento de sua vida profissional se ficar no ou ligeiramente acima do nível médio salarial de seu país e evitar competir socialmente em termos salariais
    • quanto menos você faz sexo, mais procura trabalhar: 
    • pessoas que estão sexualmente inativas frequentemente precisam de escapes para suas frustrações.
    • O trabalho não deve ser somente trabalho, mas, em vez disto, um portfólio de diferentes tipos de atividades - um bom e velho emprego remunerado, alguns trabalhos de caridade, alguns trabalhos de aprendizagem e algumas coisas que tornem a vida divertida. (Charles Handy, "A era da irracionalidade")
    • no início de cada ano, ele e sua mulher Elizabeth calculam quanto dinheiro necessitam para financiar seu estilo simples de vida e então planejam suas vidas profissionais para suprir essa necessidade. Handy acrescenta vinte por cento a esta cifra porque fica preocupado.
    • O capitalismo é um sistema - o melhor que inventamos até agora - que, em última análise, nos carrega somente até o ponto em que podemos nos libertar para explorar as coisas que realmente nos gratificam enquanto seres humanos
    • Até que possamos definir o que 'é suficiente' para nós em termos de dinheiro, nunca seremos verdadeiramente livres - livres para definir nossos reais propósitos na vida
    • Se você estiver trabalhando em horário integral para alguém, quer dizer que todas as suas horas estarão comprometida, gastas e vendidas antecipadamente. Você não tem nada para negociar com seu empregador, a não ser pedir mais dinheiro para a mesma quantidade de tempo - e frequentemente, as pessoas simplesmente querem ganhar esse dinheiro como um símbolo do valor que se autoatribuem e não como algo benéfico para si. Você não pode realmente utilizá-lo para melhorar sua vida, só vai ficar mais gordo com ele em vez de crescer em outros aspectos, como o espiritual. Quando trabalha omo autônomo, você poder fazer um cálculo diferente de custo-benefício: mais dinheiro pode não ser melhor se gastou tempo em demasia, ou se foi para fazer alguma coisa de que você não gostou, que estava errada ou que considera imoral.
    • contentar-se com o suficiente significa que temos que acabar com os outros usos do dinheiro - não mais como um símbolo do sucesso ou uma maneira de se autodefinir, ou como desculpa ou compensação para não levar a nossa vida real adiante. O motivo para trabalhar menos não é deixar-se ficar na praia, mas ter a oportunidade de descobrir outros aspectos de você mesmo.
    • Aposentadoria é igual a morte, na minha opinião - você tem que continuar a fazer algum tipo de trabalho, seja ele remunerado ou beneficente. Caso contrário, você acaba perdendo o interesse e isso é seu fim.
    • Relaxe de forma esperta - Faça contrabando de descanso (descanse durante o trabalho);
    • em nossa era de trabalho-conhecimento, faria sentido as empresas encorajarem seu pessoal a reservar alguns momentos para relaxar durante o dia. Enquanto não o fazem, você deve contrabandear períodos regulares de relaxamento mental para conseguir pensar direito para eles.
    • Seja discreto
    • não enfrente colegas workaholics, pois eles acreditam que seus hábitos de excesso de trabalho são determinados por forças externas irresistíveis.
    • Valorize seu tempo rentável
    • estime quantos anos você ainda tem de vida, subtraindo sua idade da média da expectativas de vida do Ocidente (80 anos para homens, em média) e faça a conversão em horas. Agora, você pode dizer que para si mesmo - só tenho "xx" horas antes de morrer. Como posso utilizar esse tempo finito de maneira mais valiosa? será que quero usá-lo para ganhar mais dinheiro do que posso precisar, para gastá-lo comprando coisas do que necessito? O que mais eu poderia fazer com essas horas?
    • Divida a carga;
    • Faça lazer barato;
    • Tenha micro férias (locais a 60 minutos de distância, para se ficar no máximo duas noites, levando apenas bagagem de mão e nunca em feriados, para se evitar super-engarrafamentos)


    19 fevereiro, 2020

    [Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 3

    Photo by Engin Akyurt from Pexels





    CHEGA DE Coisas



    • "Há somente duas tragédias na vida: uma é não conseguir o que se quer, e a outra é consegui-lo" (Oscar Wilde)

    • o neurotransmissor dopamina é emitido aos montes assim que os compradores veem um produto e quando pensam em comprá-lo. Mas a dopamina tem tudo a ver com a caça e não com o troféu. É somente a antecipação, e não a compra em si, que esguicha dopamina pelo nosso crânio. E não passa de um efeito passageiro. Assim que o negócio tiver sido fechado, o pico químico se esvaecerá em poucos minutos, não raro deixando uma sensação de arrependimento que os donos das lojas chama de "remorso de comprador".
    • A autoestima sustentada pelo varejo é "um escudo concebido para controlar o terror potencial que resulta das consciência da aterrorizante possibilidade de que nós, seres humanos, somos meramente animais transitórios tateando pelo caminho para sobreviver num universo sem sentido, destinado apenas a morrer e desintegrar-se" (Thomas Pyszcynski)
    • agora que jogamos fora nossas antigas estruturas religiosas e morais, perdemos nosso senso de comunidade e do significado mais elevado da vida. Nossa sede por posses e prazeres pessoais é quase tudo o que sobrou, reduzindo-nos a pouco mais que um monte de consumidores atomizados e alienados (Aleksandr Solzhenitsyn).
    • "Eu não tenho espaço suficiente" - Você tem coisas demais e é um acumulador
    • Aprendemos a buscar bens materiais como um caminho para a felicidade - quando perdemos nossas coisas, mesmo que seja um velho liquidificador, muitos de nós acreditam terem sido lesados de alguma maneira

    •  Tenha o suficiente - não compre essa coisa (até ter feito esses nove grupos de perguntas
    1. Preciso disto? Eu verdadeiramente, realmente preciso disto, ou somente o quero?
    2. Meu desejo por esta cia foi implantado por técnicas de marketing?
    3. quero isto porque quero estar mais em forma, ser mais esperto, mais livre ou apenas mais legal? Se assim for, este item de consumo realmente fara este milagre?
    4. Há outra maneira de conseguir meu objetivo sem acrescentar mais coisas?
    5. Quantas horas a mais vou ter de trabalhar para pagar por isto? Que outra coisa eu poderia fazer com esse tempo de trabalho que me traria maior realização que este item de consumo?
    6. Não há algo que eu já tenha que poderia substituir isto?
    7. Eu quero mesmo ter de espanar, lavar a seco, pagar para manutenção ou manter esta coisa de qualquer outra maneira?
    8. Caso eu esteja substituindo alguma coisa que já tenho, qual o problema do item velho?
    9. Caso eu realmente necessite desta coisa, não há alguma maneira de eu consegui-la num site de troca, ou pegar emprestada cm um amigo, vizinho ou parente?




    • Faça você mesmo:
    • você pode recuperar sua criatividade dedicando tempo para aperfeiçoar qualquer artesanato que desejar - costura, arte e até coisas muito complexas como tocar instrumentos musicais. Isso lhe fornecerá alguma coisa compensadora, atrativa, meditativa, produtiva e sustentável para desafogar seus ímpetos possessivos.


    • Seja mais materialista:
    • no sentido de cuidar de nossas coisas materiais, em vez de apenas usá-las e descartá-las





    • Dispense crediário:
    • hoje em dia, o crédito "fácil" serve principalmente para comprar coisas que apenas queremos, e queremos já. Esse crédito também exclui o lento prazer da antecipação pelo excitamento de curta duração da compra. 
    • caso use crédito para algo essencial , como um imóvel, peça emprestado o menos possível  e salde a dívida o mais rápido que puder 
    • Não toque nesse plástico:
    • estamos dispostos a gastar o dobro em uma mesma compra quando a pagamos com um cartão de crédito
    • Evite ofertas especiais (evite promoções):
    • quando você vê produtos a baixo preço em ofertas especial, seu cérebro racional tende a ficar sentimental e grato pela generosidade da loja. Essa onda de emoções positivas faz com que você queira retribuir o favor ao gastar em itens desnecessários. É um efeito de excesso.

    18 fevereiro, 2020

    [Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 2

    Photo by JJ Jordan from Pexels




    CHEGA DE Comida  


    • já há mais obesos no mundo que famintos. A cultura ocidental tornou-se como os 4 homens de meia-idade cansados do mundo no filme "A comilança" de 1973, que se reúnem numa mansão num fim de semana e comem até morrer num frenesi de excesso. nós somos assim, comendo até conseguirmos uma epidemia de doenças letais, desde diabetes, pressão sanguínea alta, doenças cardíacas, derrames, asma, artrite, doenças da vesícula biliar e câncer - milhões de pessoas condenadas a existências truncadas e precárias, unicamente por comer mais do que precisam. É a morte por apetite, e parece o tipo de bofetada punitiva ministrada por alguma divindade descontente e cpm uma tendência à justiça poética.

    • se você oferecer a um onívoro voraz a oportunidade de criar seu próprio ambiente ideal, ele se precipitará de cabeça num mundo "coma tudo o que puder" repleto de açúcar e gordura e chafurdará ali até que lhe saia comida pelo nariz.
    • Nossos sistemas de recompensa gravados pelo desejo não apenas são automáticos, mas também podem ser intensificados por condicionamento (vide cães de Pavlov)
    • estudos mostram que leva cerca de quatro meses de abstinência completa para que comecemos a perder nossos desejos ardentes por alimentos proibidos que engordam



    • Saboreie (a refeição é um momento sagrado)
    • comer rápido demais gera insulina excessiva e pode elevar o risco de diabetes
    • os sinais de saciedade precisam de tempo para se desenvolver - leva cerca de 20 minutos para o cérebro perceber que nosso estômago está cheio, portanto, tomar o tempo de mastigar possibilita à nossa mente quantificar o que engolimos
    • beber água junto com as refeições também pode ajudar - a água pode aumentar a sensação de saciedade
    • largue o garfo entre bocados, pare para conversar e prolongue a refeição
      • Coma de maneira predefinida - sem porções predefinidas, não temos nenhuma ideia natural de quando devemos parar de comer. (...) nosso corpo simplesmente não sabe quando para de comer. Temos que depender, então, de dicas externas, como quanta comida as outras pessoas á mesa estão consumindo.
      • Quando consumimos algo que afeta nosso cérebro de maneira positiva, começamos a gostar da coisa. É por isso que, ainda que inicialmente repulsivos, gostos amargos como o do álcool se tornam atraentes.
      • quando digerimos algo doce ou gorduroso, o cérebro se autorrecompensa com produtos químicos parecidos com heroína, chamados opioides endógenos. Isso significa que lanches como biscoitos doces estimulam os mesmos centros de prazer que respondem a drogas causadoras de dependência. (...) também recebemos um estímulo viciante quando empanturramos fisicamente nosso estômagos.



      • Jante de preferência a pequenos restaurantes, com pouca variedade, ao ar livre (o local deve ser calmo e agradável)
      • cozinhar refeições simples e sadias, embrulhar um almoço modesto ou colocar somente dois tipo de alimento no seu prato podem ser maneiras de controlar esse instinto hiperconsumidor
      • somos incentivados a nos empanturrar quando nos encontramos em ambientes apinhados. Em restaurantes badalados e notoriamente barulhentos, as pessoas reagem comendo mais rápido (portanto, em maior quantidade) e bebendo mais álcool. Os donos do estabelecimento adoram isso, porque reduz o tempo de ocupação das mesas.
      • a visão e o som de muitos outros humanos comendo parecem se sobrepor aos sinais normais de saciedade do cérebro
      • há uma ampla gama de alimentos saudáveis, quando eles estão misturados dentro de uma mesma refeição, frequentemente acarretam um consumo exagerado. (...) A variedade de cores e formatos também nos convence a comer mais do que intencionávamos.
      • Boa companhia ou nenhuma - o melhor é compartilhar a mesa com pessoas moderadas, sempre que possível
      • Durma bem, durma leve - cansaço, noites insones e maldormidas produzem um estrago em nossos hormônios do apetite.

      • Mude sua cozinha - troque seus apetrechos de cozinha por outros de tamanho menor pode ludibriar seu cérebro, levando o a crer que você está comendo demais
      • Passe mais tempo ao ar livre - quando nossa vida se torna carente de luz do sol, caem os níveis de serotonina, o que pode aumentar o anseio por carboidratos
      • Torne suas refeições sagradas - fazer refeições em horários regulares pode ajudar a treinar seu cérebro a largar a tendência, exacerbada pelo ambiente, de pensar em comida o dia inteiro.


      17 fevereiro, 2020

      [Livro] Chega de Desperdício! (2010)/John Naish - Parte 1

      Photo by Gabriela Guerino from Pexels


      • Pessoal, estou testando um novo formato de publicação de resenhas de livros no blog: ao invés de fazer um post gigante  e cansativo de ler com a resenha completa, dividirei a resenha de acordo com os capítulos. Para mim é bom, pois aumenta a regularidade de postagens e facilita a edição.

      CHEGA DE Informação


      • quando estamos confusos com o excesso de informação, sentimo-nos compelidos a buscar mais informação para tentar dar algum sentido à confusão. (...) O excesso de informação não apenas causa estresse e confusão; também nos leva a fazer coisas irracionais, como ignorar informações cruciais para nossa saúde. (...) estamos tão informados que nada mais nos incomoda.

      • Faça Dieta de informação e economize seu tempo: 
      • como regra prática, e melhor tratar as comunicações e a infodiversão de forma cautelosa - como substâncias que criam dependência a serem consumidas apenas oferecerem o potencial de melhorar a vida. Faz sentido tratar os anúncios e a propaganda como particularmente tóxicos: só estão planejados como forma de diversão para atrair sua atenção e torná-lo insatisfeito com a vida que já tem. Se você limitar suas comunicações ao mínimo, escapará do ciclo de ansiedade alimentado pelo excesso de comunicações. Por exemplo, assistir a notícias demais faz você se preocupar...e, assim, você acompanha mais notícias
      • Faça um orçamento de seu tempo:  
      • determine orçamentos diários de tempo para seu consumo e permaneça fiel a eles. 
      • redescubra o espaço - tome providências para garantir que o tempo liberado por sua dieta de mídia seja investido em atividades proveitosas e agradáveis, como: pintar, cozinhar ou tocar um instrumento
      • Estabeleça limite para interrupções: 
      • leva aproximadamente 4 minutos para recuperar-se de uma interrupção eletrônica e retomar o fio de seu pensamento.

        • Converse com seu colega de trabalho - em vez de enviar um e-mail a um colega, se deslocar para bater papo cara a cara com ele elevará os níveis de hormônios de conexão de ambos, porque o contato humano amistoso estimula a produção de serotonina, substância da química cerebral que reduz o medo e a preocupação.

        • Dê preferência a noticiários locais;

        • Reconheça a futilidade de certas informações: é preciso reconhecer a eloquência dos canais e programas de mídia pelo que ela é - uma caça à futilidade que gasta o nosso tempo.
        • quando aprendemos um novo conceito, o "clique" da compreensão desencadeia uma cascata de substâncias químicas cerebrais que recompensam o cérebro com uma injeção de opioides naturais parecidos com heroína